Dos filmes de 2011

Pra ser bem sincero, eu achei 2011 bem morno em matéria de cinema. As distribuidoras ferraram com muitos filmes bacanas, seja colocando-os em circuitos quase que impossíveis ou lançando-os diretamente em bluray, quando não só em DVD.

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É algo chato porque ficamos dependendo da bilheteria americana para saber se um filme será distribuído com alguma decência por aqui. Hanna, de Joe Wright, é um exemplo disso; Tetro, Um Lugar Qualquer, Filme Socialisme e Inquietos foram reduzidos a horários horríveis e salas precárias; e até mesmo produções nacionais, como Os 3 e Trabalhar Cansa sofreram dos mesmos males.

Além de, claro, ter um número bem pequeno de produções que prestem em 2011. Poucos dos que eu vi são realmente bacanas, e a maioria dos que eu estava ansioso para ver foram chutados para os primeiros meses de 2012. Salvaram o ano os filmes mais antigos, que me foram apresentados — tanto em DVD quanto em bluray —, as produções menores que chegaram aqui e, claro, os filmes premiados de 2010 que, assim como aconteceu esse ano, foram postos em datas que favoreciam pelo “calor” do Oscar.

Mas vamos lá, os filmes que eu gostei de ver em 2011. Só contam filmes que eu vi pela primeira vez nesse ano, o que reduz bastante o número de filmaços.  Continue lendo

O velho de ontem é o novo de hoje

OK, e eu tentei renovar meu blog de novo.

Isso porque 2012 começou e eu não faço resoluções de ano novo, mas eu não ia curtir meu blog sujo daquele jeito. Então vou começar de novo, até porque é mais ou menos isso que 2012 vai fazer no meu ~círculo de vida~. Rebootar.

Eu posto de novo os filmes favoritos do ano passado, ou o que eu acho do Wii, dos crocs, do inverno e do verão. Mas isso vem com o tempo, calma caubói.

Imagine esse post como um Love Like A Sunset, da banda francesa Phoenix. Se não nunca ouviu minha música, taí a primeira recomendação do ano.

Só uma notinha: Ian Stewart, o incrível designer da Automattic, me concedeu a permissão para usar esse fundo. Uma palavra pra ele: herói.